19 de Abril – Dia do Índio!

Caí na real, um pouco atrasada é verdade… Em tempo, gostaria de render a merecida homenagem ao índio, comemorada na data de ontem, mas vivida todos os dias RL, pelos verdadeiros herdeiros deste país!

O Dia do índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México

Dia do Índio! Dia de gente, como a gente, com costumes , tradições e cultura diferentes, que foram dizimadas ao longo do tempo, em nome do progresso da “civilização”. O que resta, é responsabilidade de todos conservar.

Comemorar que ainda existam algumas centenas de milhares, segundo as estatísticas, quando eram na casa de milhão… Graças a eles, ainda nos restam grande parte de fauna e flora, pelas quais tiveram que lutar para manter e proteger. 

 

 “Somente após a última árvore ser cortada.
Somente após o último rio ser envenenado.
Somente após o último peixe ser pescado.
Somente então o homem descobrirá que dinheiro não pode ser comido!!”

Provérbio Cree

 

 

  

Baby do Brasil – Todo Dia Era Dia de Índio

Composição: Jorge Ben
 
 
Curumim,Cunhatã, Cunhatã,Curumim.
Antes que o homem aqui chegasse;
Às Terras Brasileiras eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios.
Proprietários felizes da Terra Brasilis.
 
Pois todo dia era dia de índio.
Mas agora ele só tem o dia 19 de Abril…
Amantes da natureza, eles são incapazes, com certeza,
 de maltratar uma fêmea ou de poluir o rio e o mar.
 
Preservando o equilíbrio ecológico da terra, fauna e flora.
Pois em sua glória, o índio é o exemplo puro e perfeito:
Próximo da harmonia, da fraternidade e da alegria…
…da alegria de viver!
 
E, no entanto, hoje o seu canto triste,
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz.
Pois antigamente todo dia era dia de índio.
Mas agora eles só tem o dia 19 de Abril..
 
 
 
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Sabedoria da Terra

 

“Terra, ensina-me a quietude, como a relva é silenciosa pela luz.
Terra, ensina-me a sofrer, como as velhas pedras sofrem com a lembrança.
Terra, ensina-me a humildade, como as flores são humildes em seus primórdios.
Terra, ensina-me a acarinhar, como a mãe que envolve seu bebê.
Terra, ensina-me a coragem, como a árvore que se eleva solitária.
Terra, ensina-me a limitação, como a formiga que rasteja no solo.
Terra, ensina-me a liberdade, como a águia que paira no céu.
Terra, ensina-me a resignação, como as folhas que morrem no outono.
Terra, ensina-me a regeneração, como a semente que brota na primavera.
Terra, ensina-me a esquecer de mim mesmo, como a neve que derrete esquece sua vida.
Terra, ensina-me a lembrar da bondade, como os campos áridos choram com a chuva. “

 

“UTE” Philip Novak – A Sabedoria do Mundo

 
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